Mulheres fáceis as fotos

Não ter se relacionado amorosamente com mulheres na adolescência é foda

2020.08.10 00:38 arlindosemlindo Não ter se relacionado amorosamente com mulheres na adolescência é foda

Porra, tenho 25 anos, nunca fui de dar ideia em mulher, sempre tive a vida social muito ativa, mas nunca tive esse interesse igual todos meus amigos, de pegar os outros. Sou hétero ou bi, nunca transei com um cara para saber (nem com uma mulher). Essa semana uma mina me seguiu no instagram e curtiu as únicas fotos que eu mostro o rosto. Fiz o mesmo, segui ela de volta, curti umas fotos e mandei uma mensagem. Trocamos algumas mensagens, e hoje ela me pediu o wpp. Passei, ela mandou um oi, tentei emendar uma conversa, mas parece que ela não tá interessada. Tá tipo uma entrevista de emprego, só eu perguntando e ela respondendo (sim, ok, tá), ai larguei mão e fui ver TV. É isso. As coisas poderiam ser mais fáceis. A única coisa boa disso é que minha autoestima tá lá em cima, to quase mandando mensagens para várias minas que eu sei que já foram afim de mim, mas como eu sou um bobão, nunca fiz nada (por mais que eu queria), a não ser amizade. Desculpa se tá parecendo desabafo de adolescente, mas é isso.
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2019.09.09 21:16 eduardazaparim Ganhar seguidores no Instagram brasileiros de forma automática.

Ganhar seguidores no Instagram brasileiros de forma automática.
Ganhar seguidores no Instagram brasileiros de forma automática pode ser tão fácil que você nunca mais vai precisar de outros métodos.
Com os sistemas de automação, de uma forma muito fácil e garantida, você pode aumentar os seguidores, ou ganhar milhares de curtidas e views em sua postagem, tenha ótimos resultados!

Por que ganhar seguidores no Instagram brasileiros ainda tem tantos tabus?

Pois muita gente confunde seguidores Fakes com seguidores reais conquistados com sistemas totalmente automáticos.

DICAS PARA MELHORES ENGAJAMENTOS:

Utilize Hashtags!

O Instagram tem um limite de 30 hashtags por postagem, mas o ideal é usar poucas na legenda, e apenas aquelas que realmente tiverem a ver com a sua foto. Para isso, é importante saber quais hashtags relacionadas às suas fotos são mais procuradas na rede social. Atualmente, existem diversas ferramentas que ajudam a encontrar as melhores palavras para hashtags de posts.
E por que é importante usar hashtags?
Todas as vezes que você publica e coloca uma hashtag específica, você consegue direcionar seu conteúdo para usuários que têm interesse no seu nicho.
Você viu que maravilha? ganhar seguidores no Instagram brasileiros é realmente incrível. E, se você for esperto, você também vai querer fazer parte deste mundo. Acompanhe este blog, pois estamos sempre com novidades para bandas e artistas.

Utilizando sistemas de automação no Instagram.

O sistema que nós do Blog Estratégia 10k recomendamos, é o Maisgram. Ele é o sistema mais eficaz para obter resultados. Confira as funções que ele executa abaixo:

– Seguir e deixar de seguir automaticamente.
– Filtro por Sexo ( Ganhe Apenas Seguidores Homens, Mulheres ou Ambos e Reduzindo perfis Comerciais ).
– Visualização automática de Stories pra melhorar o engajamento.
– Auto likes em postagens da sua linha do tempo.
– Mensagem de boas vindas para seus novos seguidores.
– Relatório de atividades.
Todas essas funções ajudarão seu perfil a turbinar o alcance da sua rede social.
Eu sempre soube que um dia conseguir aumentar suas fãs em até 25% seria possível, com métodos cada vez mais fáceis e rápidos… Mas, estou surpreso com sistema de automação para o Insta que vocês me oferecem!
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2017.08.09 20:58 feedreddit Os privilegiados estão preparados para a verdadeira meritocracia?

Os privilegiados estão preparados para a verdadeira meritocracia?
by Ana Maria Gonçalves via The Intercept
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A palavra “meritocracia” surgiu em 1958 no título do romance distópico e satírico “The Rise of Meritocracy”, do sociólogo e político britânico Michael Young. Foi escrito para ser uma crítica ao sistema educacional adotado na Inglaterra nos anos do pós-guerra, que dividia e preparava de maneira diferente as crianças da elite e as do povo, destinando a elas futuros também bastante distintos.
O romance previa que, em 2034, haveria uma grande revolução fomentada pela desigualdade social advinda do elitismo educacional e, finalmente, a “meritocracia” elitista seria superada por sistemas que levassem em conta as condições sociais e culturais dos indivíduos.
Em 2001, Young escreveu um artigo dizendo-se bastante infeliz com o rumo que sua crítica havia tomado desde que a direita, ignorando o conteúdo do livro, havia se apropriado do termo e revestido-o com características positivas. Um dos grandes medos do sociólogo era de que a meritocracia se tornasse hereditária, como de fato se tornou, aprofundando e naturalizando as desigualdades sob a justificativa de que todos, caso se esforcem e se dediquem, podem alcançar o sucesso profissional.
Se houver oportunidade para se mostrar mérito e o mérito aparece – algumas vezes, surpreendendo o privilégio e desagradando os privilegiados.Neste excelente artigo publicado na The Atlantic, sob o sugestivo título de “A meritocracia funciona? – Não se a sociedade e as universidades continuarem falhando em separar riqueza e mérito”, o escritor e editor Ross Douthat escreve:
“Nesta meritocracia hereditária, as crianças mais privilegiadas não apenas frequentarão escolas com outras crianças privilegiadas, mas também se casarão com outra/o privilegiada/o e se estabelecerão em uma área privilegiada – tudo o de melhor para garantir que seus filhos terão todas as vantagens culturais que tiveram ao crescer.”
Transportemos esta ideia de meritocracia da escola para outras áreas, como a literatura, por exemplo, e podemos perceber a atuação dos mesmos mecanismos. Quando questionados sobre a falta de mulheres ou de negros nas listas de convidados para os principais eventos literários, curadores (geralmente, homens brancos – ou seja, os mais privilegiados), dizem que não levam em conta raça ou gênero, mas apenas a qualidade do trabalho – ou seja, o mérito.
Tanto em uma situação quanto em outra, tal meritocracia é uma grande falácia, por não se sustentar em um sistema que se baseie em oportunidades iguais de prova de mérito. Sem que a todos sejam dadas as mesmas condições, a mesma visibilidade e a mesma representatividade, como realmente saber se os melhores foram mesmos os escolhidos, e não apenas os mais privilegiados, os melhor relacionados, os mais midiatizados?

Abrindo espaço

A FLIP 2017 nos trouxe muito a pensar nesse sentido. Pela primeira vez em suas 15 edições, o número de mulheres convidadas se equiparou ao dos homens. Nestes quinze anos, mulheres compuseram apenas 1/4 do elenco de convidados principais, como nos mostra este artigo de Natália Mazotte, que também traz outras informações bastante interessantes. Também pela primeira vez, escritoras e escritores negras/os representaram 30% dos convidados, provavelmente atingindo um número que não deve ficar muito longe do que representaram em todos os outros anos juntos. Será que, com esta composição, foi a FLIP da falta de mérito?
Os números dizem que não. De acordo com levantamento da livraria oficial do evento, os livros mais vendidos foram:
1º – Na minha pele, de Lázaro Ramos
2º – A mulher dos pés descalços, de Scholastique Mukasonga
3º – Lima Barreto – Triste visionário, de Lilia Moritz Schwarcz
4º – Nossa Senhora do Nilo, de Scholastique Mukasonga
5º – Com o mar por meio, de Jorge Amado e José Saramago, organizado por Pílar Del Río e Paloma Amado
6º – Esse cabelo, de Djaimilia Pereira de Almeida
7º – Diário do hospício / Cemitério dos vivos, de Lima Barreto
8º – Para educar crianças feministas, de Chimamanda Adichie
9º – O vendido, de Paul Beatty
10º – Bíblia: Novo Testamento – Os quatro Evangelhos, traduzida por Frederico Lourenço.


É interessante notar que sete foram escritos por autores/as negros/as e um deles é a biografia do autor negro homenageado, Lima Barreto. Cinco foram escritos por mulheres, que também organizaram mais um deles.
O ponto aqui é: se houver oportunidade para se mostrar mérito, o mérito aparece – algumas vezes, surpreendendo o privilégio e desagradando os privilegiados.
Uma das principais reclamações foi a de que esta edição da FLIP não contava com nomes de peso ou grandes estrelas da literatura mundial. Na verdade essa é uma reclamação que pode ser interpretada através da insatisfação de algumas editoras, que disseram ter oferecido grandes nomes para a programação que, desta vez, não se deixou pautar pelas ofertas fáceis. A grande estrela, na verdade, foi a professora Diva Guimarães, cuja participação provavelmente teve muito mais impacto do que poderia ter uma declaração de qualquer outro escritor ou escritora que pudesse ter vindo para ocupar o lugar de nome de peso.
O que a curadoria do ano passado fez, ao ter uma lista de convidados formada inteiramente por escritores e escritoras brancos, foi também abrir mão de momentos como esse. O depoimento de dona Diva foi possível apenas porque, do palco, a presença de Lázaro Ramos, a repercussão do seu livro falando de questões raciais e o ambiente receptivo e seguro promovido por suas falas estimulou a fala e a presença dela. A curadoria corajosa e responsável de Josélia Aguiar conseguiu mudar não apenas a programação, mas sua recepção por parte do público. E é assim também que a literatura funciona: através de sua interação com quem a lê.
Estamos tirando-os daqueles lugares que sempre tiveram como garantidos, embora nem todos tenham precisado se esforçar para atingi-los ou continuar habitando-os.A mudança se via pelas ruas, com um público que, sentindo-se representado e instigado pela presença de escritores e escritoras a quem vinham, através dos anos, dando visibilidade. Era quase unânime a percepção de todos de que havia uma energia diferente e mais pulsante do que nas edições anteriores. Via-se também manifestações contrariadas, embora contidas.
Assistindo a boa parte das mesas de um local reservado para convidados e patrocinadores, não havia como não perceber alguns muxoxos, olhares atravessados, sussurros de espanto ou discordância. Li também algumas avaliações bastante mal humoradas, que não por acaso foram escritas por homens brancos. Devem estar preocupados, porque estamos nos movimentando. Estamos tirando-os daquele lugar que sempre tiveram como garantidos, embora nem todos tenham precisado se esforçar para atingi-lo ou continuar habitando-o.
O efeito da mudança tem sido benéfico também em relação a outras feiras e festas literárias. Depois da FLIP, já recebi pelo menos três convites que vieram com uma proposta diferente, querendo também participar e promover uma discussão que, mesmo não acontecendo o tempo todo em Paraty, estava lá: nas caras, nos corpos, nas posturas, nas fricções.
Aguardo ansiosa outro evento que também foi fruto das ausências de Paraty 2016: o Mulherio das Letras, coordenado pela escritora Maria Valéria Resende. Estamos nos articulando e nos movimentando. Quem ficou parado até agora, que corra atrás.
Foto em destaque:o ator Lázaro Ramos durante sua participação na 15ª edição da Flip, em Paraty. Bruno Santos/ Folhapress
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2016.05.19 22:02 bisontino Carros topo de gama - Impacto nas mulheres

Acham que as mulheres dão muita importância aos carros que os homens têm?
Pergunto isto porque conheço 2 gajos que trabalham em helpdesk que de vez em quando mudam de carro. Compram sempre BMW's e Mercedes daqueles usados com 200 mil km que custam uma pechincha. Então quando acabam com as namoradas a primeira coisa que fazem é encher o facebook com as fotos do carro "novo" para que toda a gente fique a saber que têm um carro topo de gama. A parte engraçada é que eles nem gostam muito de carros, é simplesmente para "sacar gajas" e surpreendentemente segundo eles até funciona!
O que me faz confusão é que se calhar um Citroên ou um Skoda novo dos mais vulgares custa muito mais que um Mercedes ou um BMW com 15 anos e 200 mil km (já para nem falar da manutenção).
Será que as mulheres raciocinam, fazem as contas e desmascaram logo este show-off, ou ficam todas entusiasmadas quando vêm um "grande carro" e portanto tornam-se mais fáceis?
PS: Sou casado. Não estou com inveja é só curiosidade :)
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2014.02.04 17:06 happysformeandu 140 days report (Portuguese)

Olá pessoal, sei que todos estão bem e só por estarmos juntos nessa, significa que somos fortes, determinados e inteligentes, talvez acima de média. Não vou chegar ao extremo de dizer que somos vítimas de algum sistema ou de alguma falta (penalidade), mas o fato é que, se caímos na pornografia, então estávamos à deriva. Mas não vamos nos aprofundar... Fato é que estou aqui não apenas para dar meu depoimento, mas também para ajudar um ou outro, assim como me ajudaram tanto. Desde já, perdão pelo meu depoimento não ser em inglês: tenho domínio para ler, mas não para escrever. Como muitos outros, comecei a ver pornografia muito cedo, que eu me lembre, desde quando ganhei um computador do meu tio, em 2006. Eram fotos de modelos da Rússia, todas abaixo dos 25 anos de idade, depois, passei a ver vídeos destas mesmas modelos (Sempre perdendo muitas horas e pesquisando muito no Google). Meses depois, meu HD estava repleto de fotos e vídeos. Foi aí então que em 2007 eu comecei a sair com alguém, e notei uma discrepância enorme entre minha performance dentro do meu quarto, trancado e com todas aquelas imagens, variedade e corpos e a minha performance dentro do meu quarto trancado com aquele corpo real, de carne e osso (cheiroso, quente e bonito) que via na frente. Na frente do computador minha ereção era impressionante e minha calma também, já quando eu tinha que “dar conta do recado” e o que eu vislumbrava não eram apenas imagens, a ansiedade era enorme e apesar da beleza do corpo que se entregava para mim, minha insensibilidade àquilo também parecia ser enorme. Lembro-me de ficar me perguntado o que estava errado, quando voltava de carro da casa da minha namorada. O tipo de problema que ninguém diz que tem por que não percebe que tem... Impotência sexual aos 19 anos é muito complicado! Foi então que, numa faísca, minha mente percebeu que todo aquele material pornográfico atrapalhava minha vida e me deixava muito esquivo, isolado. Eu era apegado, extremamente apegado a um HD com fotos e vídeos de modelos da Rússia. Se alguém aí leu isso, por favor, não me fale o quanto isso é deprimente. Apaguei o material todo e depois me arrependi amargamente. Foi aí que comecei a surfar na internet atrás de algo que me desse a mesma emoção, e infelizmente, achei algo que me dava mais emoção ainda: Pornô Hardcore. Quanto mais eu encarava aquela abismo, mais aquele abismo me puxava para dentro. Chegou uma hora que eu me vi sem namorada, sem vontade de trabalhar, fumando, bebendo e viciado em pornografia. Várias vezes eu me relacionei com garotas bonitas (que me arrependo muito de ter deixado para trás), mas além do meu desempenho ser péssimo e ter de finalizar tudo sozinho, eu não conseguia criar laços. Quantas pessoas eu lembro de terem chorado por mim, e eu nem ligava... Em 2010 eu já era uma das piores pessoas que eu sabia da existência. Eu não sabia quanto a falta carinho, afeto, contato físico, cumplicidade e amizade faziam falta até eu me ver isolado do mundo, indo trabalhar apenas pelo salário e gastando todo esse salário para comprar coisas inúteis e supérfluas, bebendo e frequentemente dando trabalho aos que vivem à minha volta (pois eu bebia até não poder mais e cair de tão alcoolizado), comprando maços de cigarro, desprezando gente que não merecia e completamente sedado para a vida. Perguntarão-me: mas tudo isso aconteceu por causa da pornografia? E eu respondo: Não, a pedra no sapato não era a pornografia, mas o que a pornografia causava: Disfunção sexual. É duro e particularmente assustador ter 22 anos (naquele ponto) e não ter condições de fazer sexo. E o que mais me intrigava: Por que, mesmo não querendo, eu continuo vendo essa maldita pornografia, e por qual razão eu fico tão excitado com esse lixo? Foi aí que , aos 24, conheci uma mulher de 51 anos, que apesar de todas as dificuldades em administrar a opinião alheia sobre um relacionamento onde um dos envolvidos é 27 anos mais velho, me dava todo o afeto que eu precisava (pois em 2012 fui morar sozinho) e não me cobrava muito pela minha performance.O lado ruim da história: Ela não me cobrava por performances, mas eu sim...Muitas vezes fiz sexo com ela 4 vezes seguidas, uma atrás da outra, mas se me lembro bem, as duas primeiras eram pela sensação e as duas últimas era pelas fantasias, todas decorrentes das imagens pornográficas que já vi. Já cheguei a fazer sexo apenas com as fantasias na cabeça, sem nem ao menos me lembrar com quem eu estava. Assumo que fazer sexo para testar a própria performance e para superar os limites é algo bem infantil e típico de um cara muito inseguro. Calmamente então tive a chance de colocar a cabeça no lugar e parar com todos aqueles comportamentos destrutivos, menos um... Adivinhem! Sim, eu ainda via pornografia. Ainda fazia sexo fantasiando aquelas imagens. Foi quando li numa notícia em um site qualquer que um estudo italiano relacionava o consumo de pornografia com impotência sexual por ansiedade. Um clique aqui, outro clique ali e cheguei ao YBOP. Agora percebo que não se trata de superar os limites, mas de respeitá-los. Meu “reboot” vai demorar mais tempo pois eu ainda faço sexo com frequência e uma vez ou outra eu acabo fantasiando. Isso é péssimo e, por alguma fraqueza, fazer sexo apenas uma vez me dá a impressão de que preciso mais ou de que minha parceira precisa mais, então acabo tendo que fantasiar um pouco. Mas quanto mais longe da pornografia eu fico, menos necessidade de fantasiar eu tenho e mais eu me respeito. Fiz sexo e não quero fazer outra vez? Não faço, pois é melhor não fazer, do que fazer fantasiando. Me masturbo cada vez menos também. Seria bom se eu entrasse por três meses em “hard mode”, e evitasse tudo isso. Não sei se milagres existem e nem sei se isso chegou perto de ser, mas vocês deram a maior ajuda que eu precisava na vida. Estou livre de pornografia a exatamente 141 dias (cometi duas faltas neste período: nos dias 122 e 123 acabei acessando pornografia novamente, e pude perceber o quanto não só as imagens e a grande capacidade de estímulo que ela tem podem ser prejudiciais quando se deita na cama com alguém, mas também como a própria ansiedade que o contexto por ter cometido um relapso dispara) e estou cada vez melhor. Não foram dias fáceis, posso dizer que foi o período mais sombrio nos meus quase 26 anos de idade, seja pela ansiedade, seja pelo sentimento de baixeza, seja pela expectativa exagerada que tudo isso gerou, mas cheguei ao fundo do poço pelos meus próprios padrões, e minha definição de fundo do poço é a seguinte: Beber, fumar, morar sozinho e ver pornografia...só me faltava um vídeo-game para me trancar em casa e nunca mais sair. Toda essa falta de autocontrole ainda fica evidenciada no apego que tenho à minha contagem de dias, pois quero chegar num ponto onde eu esteja realmente controle, que não precise mais riscar os dias no calendário, nem me policiar tanto para não ver pornografia. É triste saber que, talvez sem esse calendário, minha motivação caia e eu corra o risco de entrar na montanha russa novamente. Mas eu chego lá. Morar sozinho não é fácil, pelo menos para mim, e como a pornografia é um vício como qualquer outro (tão tóxico e destrutivo quanto pó, maconha atc... só que todos acham normal), tenho orgulho por estar “limpo” e não ter precisado recorrer a nenhum profissional. Recorri a vocês! Quase perdi meu emprego e muitas vezes perdi minha sanidade, tudo por causa de uma seção de pornografia pesada por dia, de duas a três horas em frente ao computador desperdiçando minha vida, meu tempo e o mundo ao meu redor, por seis anos. Nos dia 124, tive que apelar e instalei o K9 no meu computador...A senha é o número de série do celular de um desconhecido e não tenho mais acesso ao email que forneci para redefini-la, mas eu sei o quanto isso denota minha falta de controle. Poderia ver pornografia a qualquer momento, em qualquer outro computador, mas sei que é um passo para trás, um grande passo para o retrocesso. Evitar a pornografia é um dos meus maiores desejos e tem se tornado minha maior graça. A libido de uma pessoa e suas pulsões sexuais são a maior parte dela (não há como negar), e quando algo manipula, deturpa, anestesia e destrói a libido de uma pessoa, então ela pode se considerar destruída. Muitos só assistem pornografia por pensarem que toda aquela fúria sexual é o néctar da vida e a essência da libido, mas quando se veem dependentes disso, não percebem que já virou um vício. Alguns não vão perceber nunca, outros perceberão e passarão por tudo isso que nós estamos passando. Colocar as coisas nos eixos é uma batalha e demora até percebermos o tamanho do dano. Muitos dirão que a pornografia não atrapalha suas vidas em nada, mas talvez nunca tentaram abandonar isso para ver o quão deletério é esse vício. Um abraço aqui do Brasil a todos, obrigado pela ajuda e espero muito poder ter ajudado.
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